donderdag, juli 03, 2008
Falta de inspiração

Ando a zero de inspiração pra postar. Tudo o que eu começo a escrever penso: e quem se importa? e acabo deixando de lado. Devo ter uns 10 posts começados e não terminados. Bom, vamos dar uma viajada na maionese e visitar alguns pensamentos soltos.
A Loba

Apesar de ter muita gente curiosa, não quero dar nome aos bois porque não quero mais confusão. E essa pessoa é de fazer confusão, até presente já devolveu por causa de comentário em blog. Há quem ache que ela tem problema psiquiátrico, eu acho que é só uma maluca comum mesmo. Portanto nos afixemos aos fatos: tem muita gente maluca na internet, e se você ainda não conhece olho-no-olho não dê confiança. Ponto.

O trabalho

Vai indo bem. Adoro a empresa, adoro meu novo cargo. Só não gosto da falta de mulheres ou pelo menos de alguém para bater um papo ou almoçar de vez em quando. Eu sei que a maioria pensa que o "direito" da mulher largar a carreira pra cuidar das creonças não afeta as possibilidades profissionais de todas nós, mas como é que você me explica sermos 70 compradores/analistas/commodity managers e só 3 serem mulher? E detalhe: uma é lésbica, uma é "solteirona" e a outra sou eu ( sem filhos ). Será que nós mulheres temos mesmo chances em cargos mais altos em empresas "famosas"?

As casas

A atual, ainda não foi colocada à venda. Estou preocupadíssima, o mercado está péssimo para vender. Rezem por mim. A nova vai indo, tá linda.

Adriana, a crica

Assisti ao filme Shopgirl, com o Steve Martin a aquela Algumacoisa Danes. Primeiro: quem é que colocou o Steve Martin pra fazer papel sério? Eu ficava o tempo todo: quando é que ele vai tropeçar e cair na piscina? Quando é que as calças dele vão rasgar no meio do restaurante? E como se não bastasse colocá-lo num papel sério, ainda de garanhão. Me poupe. Aí, o véio-garanhão começa a sair com a gatinha-pobre. Ah, que sono, bocejo... E ele desanda a dar presentes pra ela, roupas de grife, viagens, paga o financiamento estudantil dela, e ela jamais devolve presente ou diz que não pode aceitar. Ela simplesmente aceita e dá-lhe cama, com bundão da Qualquercoisa Danes aparecendo, pra "pagar" o presentinho mimoso. Fora a Diane Keaton faturando o Keanu Reves em Something's gotta give, que outra "senhora de mais idade" faturou gatinho em filme de Roliúde? E senhora de mais idade dando presentes para gatinho, tem? Não me lembro de um. Parece que pra Roliúde, a maioria das mulheres que chega ao 50, além de baranga, não pode bancar gatinho. Uó viu! Se eu fosse mais crica ía discorrer um pouco mais a respeito da “mensagem” do filme, mas repetindo aqui o que blogou uma amiga minha, “quem manda mensagem é fax”, dito por um cineasta famoso que eu não lembro quem é.

Família

Eu sou carente de família. Até de sogra sinto falta. Por isso, na falta da nossa, a gente vai logo se apegando na família dos outros. Semana passada uma fantástica família baiana esteve por essas bandas. Mãe, irmã, tias, tios, pai, todo mundo muito porreta, não tinha ninguém “brown”, como diria minha amiga, a dona da família. Fomos jantar durante a semana, passamos um dia todo no casamento da amiga, e pra encerrar teve ainda o churrasco-da-ressaca, me diverti horrores. E como sou espaçosa, já estou me achando, né! PRECISO ir pra Bahia ver o que é que a Baiana tem, PRECISO comer acarajé ( nunca comi ), PRECISO ver esse povo de novo. Eles convidaram porque são educados, eu vou porque sou cara muito, muito, muitíssimo de pau.

Banana, Lúcia, Luciana, Letícia, já estou com saudades!


donderdag, juni 26, 2008
Primeiro a foca, agora a loba

Se há uma coisa que eu detesto, mas realmente não suporto, é gentinha "lobo em pele de cordeiro". OK, você vai dizer, mas quem gosta? Lógico que ninguém gosta, mas eu DETESTO e tenho que expressar aqui esse meu desgostar.

Detesto a loba em pele de cordeiro mais do que detesto gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si, porque gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si é ruim e pronto, não fica de lero lero mansinho pra cima dos outros, mas a loba...

Eu gostaria de poder aqui descrever fatos e dar nomes aos bois, mas isso significaria trazer essa pessoa de volta para a minha vida, ainda que vida virtual, e isso é a última coisa que quero. Significa também contar coisas que a pessoa aprontou com outros, o que contraria a minha política de "se não é da minha conta eu não me envolvo". Mas me dá um nó no estômago cada vez que entro num blog e vejo o comentário todo docinho da pessoa, quando sei que por trás da tela, aqui na vida real ( que convenhamos, é a que importa ), a pessoa só tem comentários maldosos e palavras amargas a dizer dos outro ( e para os outros ).

Por algum tempo, ouvia as "aprontações" dessa pessoa e pensava, ela é louca. Hoje acho que não é loucura, é pobreza de espírito mesmo. Pobreza de espírito porque a pessoa não consegue se alegrar nem que for um pouquinho com as conquistas dos outros. Ao contrário, quando alguém conquista o emprego que ela quer mas não consegue, ou faz os amigos que ela não tem, ou visita lugares onde ela nunca foi, a frustração, a amargura, a pequenice vai tomando conta de qualquer coisa boa que por ventura ela ainda tenha dentro dela. O que eu não entendo é essa necessidade de vestir pele de cordeiro e deixar lá seu comentário todo bonzinho. E se faz de vítima, de injustiçada, choraminga que ela não tem as mesmas oportunidades que os outros tem, mas a verdade é que essa pobreza de espírito toda é como uma nuvem negra a envolvendo, difícil alguém se sentir bem perto dela. A vida de todo mundo vai pra frente com o tempo: empregos, diplomas, filhos, só a dela que continua empacada, sempre na mesma, sempre estacada naquele buraco escuro, anos e anos perseguindo algo que nunca chega. Porquê será, hein? O pior, é que quando a gente vê que finalmente a loba conseguiu o que tanto queria, a gente pensa “ah, agora ela vai melhorar, vai ser mais generosa, vai relevar mais as imperfeições alheias, vai se livrar de vez da nuvem negra de más vibrações, vai ser menos amarga”, mas que nada, a língua ferina continua a mesma.

Cada um escolhe como e com quem tem amizade, mas se eu já tinha um pé atrás com amizades virtuais, agora tenho não só os dois pés atrás, tenho o corpo inteiro. E deixo aqui o sincero conselho para quem lê esse humilde blog: tenha cuidado na internet. Nem todo mundo é o que parece ser, nem todo mundo que te adula gosta de você, é absurdamente fácil escrever um comentário todo bonzinho num site e por trás, mesmo sem tem conhecer, falar horrores de você. O que a loba não sabe é que uma pessoa normal, ao ouvi-la falar tão mal de uma desconhecida, que a loba só conhece de ler o blog, pensa que essa loba boa coisa não é, ou é mesmo maluca.

Mas é isso que eu queria falar povo, abramos nossas butucas e deixemos nossas espingardas de chumbo prontas. Matar a gente não mata, mas que a loba vai sair de forévis quente se ficar me enchendo o saco, a isso vai...


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donderdag, juni 19, 2008
Vai estudar menino!

Eu sou o típico produto da classe média paulista: pai engenheiro, mãe "do lar", casa financiada pelo (falecido) BNH, o pai teve um Corcel 2 enquanto a mãe dirigia um simpático fusca vermelho... Para mim ( e meus colegas de classe do colégio Salete ), ir para a faculdade não era uma opção, o máximo que podíamos era, fortemente influenciados pelos "quereres" dos pais, escolher que curso seguir na faculdade.

Já escrevi aqui sobre o ensino na Holanda. Dependendo da sua performance ao longo da carreira escolar, mais uma análise das suas aptidões, o tipo de colegial e faculdade que você vai seguir é determinado ao final do equivalente à 6a. série do ensino fundamental no Brasil. Ao contrário do Brasil, o fulaninho que vai pra tal escola prática ( o "grau" mais baixo aqui ), não vai necessáriamente morrer de fome. Ele vai sair da escola muitas vezes com emprego já arranjado, vai desde cedo ter seu salário, a única coisa é que as chances de crescimento profissional ( e maior salário ) são bem mais reduzidas. Mas de qualquer forma, o carinha que não gosta de estudar faz um profissionalizante de qualquer coisa, antes dos 18 já está trabalhando, ganhando seus tostões, tem dinheirinho pra balada, e com sorte, um carrinho de segunda mão na garagem. Muitos brasileiros nunca conseguem isso na vida.

Quando comecei a trabalhar na GM, em 1994, fiquei impressionada com as linhas de produção. Os carros íam se movendo lentamente na esteira e aquele bando de formiguinhas-de-casaco-branco íam parafusando, colando, pregando, clicando os componentes no carro. Para quem nunca viu, é impressionante. Já visitei muitas linhas de produção: de carros, de componentes, de cameras, até de tapetes! Ontem visitei uma das linhas de produção da empresa onde trabalho, e o que eu vi é de arrepiar. Linhas inteiras com meia-dúzia de funcionários. E quem faz o trabalho? Robôs, muitos robôs. E o gerente da fábrica ali falando da maravilha que é a substituição de pessoas por robôs: não há pausa para descanso ou refeições, eles não adoecem ( os mais modernos raramente quebram ), eles não fazem greve, não há acidente trabalhista e processo judicial pelo mesmo, eles não trocam de emprego - custo praticamente zero de treinamento, você não precisa se preocupar com roupas, botas, equipamento de segurança... ah, a lista era imensa. Cada operário na linha cuida da operação de 4, 5, 6 robôs ao mesmo tempo, e cada robô chega a substituir 8 pessoas! Olha o desemprego...

Fui contratada para trabalhar num projeto cuja aplicação do robô é impossível. Ai, que bom, você pensa, mais empregos, certo? Certo e errado. Tem sim mais empregos, mas não aqui na Europa... A empresa não quer mais montar o interior do veículo na fábrica, quer receber tudo montado só para instalar. Aí eles contratam uma empresa ao lado da fábrica para fazer essa montagem. Mas... ao invés dessa outra empresa fazer a montagem ao lado da fábrica, ela faz essa montagem na Polônia, na Romênia, na Eslováquia, nós podemos até escolher onde.

Ao mesmo tempo que vejo esses empregos "imigrando" para os países do Leste Europeu, não vejo a holandesada se animando a estudar um pouquinho mais, não vejo o governo intervindo no numero de vagas em cursos profissionalizantes oferecidos. Não sei não, mas acho que não demora muito para o sistema entrar em colapso, vejam as taxas de desemprego aumentado na França, na Alemanha. Cada vez mais, até no supermercado, vejo produtos vindos de outros países, especialmente nos supermercados mais populares.

Uma amiga brasileira morando aqui na Holanda uma vez me disse que se tiver filhos e eles quiserem ir para uma escola prática, que ela vai dar peteleco na criança até ela ir pra universidade, eu dei risada. Mas minha gente, é isso mesmo, quem não se especializar, dai dançar! Logo vão inventar o robozinho odonto-sugador-de-cuspe e bye bye assistente odontológico, vão popularizar o banheiro pré-fabricado ( eu já vi num hotel em Paris ) e bye bye azulejista, vão melhorar a maquininha-manicure ( eu vi em Taiwan ) e bye bye manicure. Isso sem falar que o supermercado já trocou metade dos caixas por auto-scanner, a locadora já tem maquininha de auto-serviço, os postos não tem frentista, os ônibus não tem cobradores, os vendedores de livraria foram substituídos pela bol.com e amazon, o caixa do cinema substituído por ticket on-line ou maquininha. O que é bom, eles não inventam... cadê a Judith, o robô-doméstico dos Jetsons? Esse eu comprava :o)


dinsdag, juni 17, 2008
Tsé-tsé

Uma hora não posto porque não tenho nada para falar, e quando tenho, não tenho tempo!

Estou gostando da empresa nova, pelo menos por enquanto. E diferente, muito diferente, mas outra hora conto aqui.

Se há uma coisa que eu adorei nos dias que eu fiquei em casa foi poder dormir o quanto eu quis, e eu dormi bem umas 9 ou 10 horas por noite, agora que tenho que acordar às 7:30 todos os dias, o corpo está reclamando, estou o pó.

Amanhã tenho que ir à planta da Bélgica, e minha carona me pegará no escritório às 7, só Deus sabe como aguentarei acordar no fiofó da manhã, tomar banho, me arrumar, e ficar acordada até as 18 no escritório, já que tenho uma reunião super puxada.

Adriana picada pela mosca Tsé tsé


zondag, juni 15, 2008
Quem é vivo sempre aparece...

Então, faz tempo que não apareço aqui, né?

Domingo à noite, véspera de começar no emprego novo, estou totalmente freaking out. Mas passa...

Para controlar o nervosismo, olhos pregados na tela - inha ou ona.

Fui ao cinema assistir Sex and the City. Fui preparada para não gostar, afinal teve muita crítica ruim, mas gostei. Claro que tem um exagero ou outro, e a atriz que faz a Charlotte está totalmente fora da personagem, mas no geral me diverti. Algumas roupas medonhas, outras lindas, como era também no seriado. Os sapatos sempre lindos :o)

Ontem me entupi de picanha com aipim, luxo!

E hoje passei o dia vendo o feio mais bonito do mundo: House. Olha, eu sei que metade da população feminina que assiste o seriado suspira pelo House, todo complicadinho, todo malvado mas no fundo um "coração de ouro" ( vixe que breguíííísse ), mas na vida real, se eu pudesse escolher, eu fazia é aquele Wilson. Bonito, inteligente, "bonzinho", e de quebra, cozinha bem!

Agora deixa eu ir lá roer o que me restou das unhas. Amanhã eu terei, finalmente, novidades!


woensdag, juni 11, 2008
Diarinho

Então, ontem fui ao cinema assistir Made of Honor. Eu gosto de filmezinho água com açúcar, o Dempsey é bonito, tem takes lindos da Escócia, mas não vale os 8 euros mais o dinheiro da pipoca. É melhor esperar sair em DVD. Fraco fraco o coitado.

E eis que hoje me muni de coragem e marchei rumo a Rotterdam para renovar meu passaporte vencido a mais de 6 meses. Gentchyyyy, como é que o povo reclama tanto do consulado e "dos papéééél" pra renovar passaporte? É um zilhão de vezes mais fácil do que no Brasil, e provavelmente mais barato. Se o seu passaporte venceu, é só levá-lo ao consulado, junto com um comprovante de que você mora aqui ( visto ou identidade holandesa ), tirar as foteeenhas no prédio do consulado mesmo ( 10 euros ), preencher o formulário, pagar 22,50 e voilá, em 3 dias seu passaporte está pronto. Pode até deixar um envelope selado com eles e eles colocam no correio pra você. Agora, se seu cachorro tentou comer seu passaporte ( justamente naquela página com o carimbo de entrada no Schipol ), se você lavou sua calça jeans com o passaporte no bolso ( como se alguém carregasse um passaporte no bolso ), ou se um gatuno abriu sua bolsa e deixou o laptop, celular, carteira, mas levou o seu passaporte verdinho... aí é mais complicado. Mas leia o site do consulado, cabeção!

Os papééél resolvido no consulado em menos de 1 hora ( estava vaziozinho ), fui bater perna por Rotterdam. Vocês vão me dizer que Rotterdam é o exemplo da variedade cultural da Holanda, que é uma metrópole, patati patatá, mas eu não conheço cidade menos holandesa que Rotterdam. Cadê as plantinhas? Cadê as velhinhas de rolator? Cadê o povo levando os cachorros pra fazer cocô na grama ou na calçada? Senti até falta do povo falando holandês! Só tem povo falando línguas estranhas naquela terra! E cadê as ciclovias, é tudo uma bagunça!

Mas povo estranho à parte, dessa vez as compras renderam. Junho é mês de liquidação na Holanda, e todas as roupas que eu gostei em Eindhoven não tinham mais meu número, em Rotterdam achei a mesma roupa ( na mesma rede de lojas, claro ), só que tinham todos os números. Em uma parada comprei 3 camisas super legais. Achei sapato da Esprit com 50% de desconto, até cueca pro Bart eu comprei. Katchin!

Voltei pra estação morrrrrta, como andei! Acabei perdendo o trem e peguei justo o das 17:20, horário do Rush, tudo lotado. Gente, já tinha esquecido como trem é cheio no horário de pico.





Eurodisney não existe!!!!

Alguém aqui saberia me explicar porquê é que brasileiro insiste em chamar a Disneyland Paris de Eurodisney?

O nome Eurodisney foi usado por uns poucos anos, assim que abriu, e foi um dos principais motivos para o mau desempenho financeiro do parque nesse começo. Uma pesquisa de marketing mostrou que a chave para atrair mais turistas era aliar o nome do parque ao glamour de Paris, e daí surgiu o nome Disneyland Paris.

Depois do quase fiasco da "Eurodisney", a Disney decidiu usar a mesma estratégia no lançamento do parque no Japão, e surgiu assim a Disneyland Tokyo ( e não JapanDisney! ).

O coitado do parque teve esse infeliz nome ( Eurodisney ) por 3/4 anos, já se chama Disneyland Paris a mais de 10, e como é que a brasileirada AINDA usa o nome antigo? Você vai nos Orkuts da vida e em todas as comunidades não brasileiras o povo chama bonitinho de Disneyland Paris, você vai nas comunidades brasileiras e tá lá "Vale a pena ir na Eurodisney???". Bah.

Óquei que eu fico quase uma semana sem postar e quando posto é sobre um assunto de extrema importância como o acima, mas é que estou fraca de novidades. A vida de doméstica não é ruim, mas é um marassssssmo...


donderdag, juni 05, 2008
Fazendo o que gosto e o que não gosto

Ontem, depois de ler o comentário com o sonho do Cícero, até fui ao AH comprar um bilhete extra da Loteria Estadual que está acumulada. Dinheiro e George Clooney, uau, isso é que é sorte grande.

Falta apenas um pedaço da parede da escada pra pintar, vontade zero. Não é nem pintar que está me desanimando, é ter que limpar os pincéis, rolo, etc etc etc, sem ter um tanque, uma torneira no quintal. Estou aqui me repetindo "é só mais uma paredinha, uminha só".

Com meu laptop novo tem sido mais fácil assistir filmes, estou me esbaldando. Alguns comentários da última safra:

Cloverfield: pelo amor de Deus, evite esse. Que droga, droga, droga. O enredo é "ótemo", NY é atacado por um bicho gigante, e um jovem captura as imagens do ataque e de todo mundo fugindo com uma camera caseira. E é isso, o filme todo aquela imagem tremendo, atores péssimos ( e desconhecidos ). Se tivesse pagado pra alugar essa meleca teria me arrependido até.

PS I love you: Bem simpatiquinho, mas chororô. Assisti na TPM, chorei até. Hilary Swank está bem, finalmente num papelzinho "menininha", acho ela bem bonitinha, mas como a bendita é maaaagra! Agora prestem atenção meninas, quem é aquele marido irlandês gostosérrimo dela? Tenho ainda que googar o nome dele. E o irlandês amigo dele, que foi o Danny, que deixou toda aquela grana pra Izzy no Grey's Anatomy, está de babar. Será que irlandês é gostoso assim mesmo? Marcia, você que morou lá, que me diz?

The other Boleyn girl: ótimo, ótimo, ótimo. Não sei da acuracidade histórica dos fatos, mas tanto Natalie quanto Scarlet estão ótimas. Natalie um pouco melhor, se bem que fazer a mocinha é sempre um pouco sem sal. Sou péssima em história inglesa, mas tenho que ir dar uma boa pesquisada para ver se foi daquele jeito mesmo. Que bafão. Mas... comentário calcinha: como eu amo o tal Alguma coisa Bana, o ator que faz o rei. Ele não é propriamente bonito, é o charme. Ai ai...

Flawless: outro ótimo, estou empolgada até agora. Não gosto da Demi Moore, mas ela está ótima. E a ambientação da época está perfeita. Vale muito a pena!

Mr. Mongorium Wonder Warehouse: também muuuuito bom. Eu adoro filmes mais ou menos infantis, e esse é bem gostoso de se ver. Dustin Hoffman perfeito. Quem tiver criança TEM que assistir com eles. Pena que quem tem criança provavelmente assistirá a versão dublada, o jeitinho de falar do Dustin está dez!

Aeon Flux: eu gosto de Scifi, esse é um bem bonzinho, nada espetacular. Eu gosto da Charlize Theron, ela está lindíssima no filme.

Garfield 3D: sou fã do Garfield, e os outros 2 filmes foram bem bonzinhos, mas esse é intragável, nem para crianças pequenas eu recomendo.

E é isso meu povo, vou pintar mais um pouco, tomar banho e assistir mais alguma coisa.

Alguém aí tem algum filme bom pra indicar?


dinsdag, juni 03, 2008
Ivete e Amy em Lisboa

Não sou fã de uma e nem da outra, mas...

Sou mais um "berimbau metalizado" ( gente, que nome de música! ), ainda que entre figurinos de vinil e cabelón esvoaçante, afinadinho, animadinho, dançadinho, profissionalzinho, do que...

Um "You know I'm no good", ainda que cantado ( sic ) pela ganhadora de 5 grammy's, inaudível, arrastado, babado, e por fim, com caroço de martini cospido no público.

Quem comprou o ingresso para ver a Ivete, não saiu decepcionado. Bem, quem comprou o ingresso para ver a Amy devia ter se preparado para algo do tipo...

Mas a pergunta que não quer calar é: Rock in Rio Lisboa? Porque não Rock in Lisboa? Os artistas não são roqueiros cariocas, o festival não tem conexão nenhuma com o Rio, então porquê esse nome esdrúxulo? Logo vão inventar o Rock in Honolulu Eindhoven.


maandag, juni 02, 2008
O pão nosso de cada dia

Sexta-feira minha empregada esteve aqui. Ultimamente ela andou me dando uns canos, muuuitos canos, chegou a ficar 3 semanas sem aparecer, só me ligava pra dizer que não tinha conseguido sair da empresa dela a tempo de vir pra Eindhoven. Dona I. trabalha numa empresa das 8 às 14, depois pega umas faxinas pra ajudar no orçamento.

Sexta-feira a Dona I. veio e me explicou o "causo". Ela está, oficialmente, se aposentando. Tem mais de 50 anos, ganhava salário mínimo, com uns problemas médicos, conseguiu se aposentar antes do tempo. Entretanto, entre entrar com o pedido e sair a homologação, ela achou um "bico" novo, que paga suuuper bem, mas que ferra com toda a agenda dela.

Conto a história do novo emprego dela e já deixo aqui a dica para quem mora por essas bandas legalmente e quer ganhar uns bons trocos. Aqui em Eindhoven fica uma fábrica de embalar pão de fôrma para supermercados. Essa empresa trabalha em 3 turnos, porque se há uma coisa que se consome adoidado nessa terra, é pão. O primeiro turno, nada de especial, das 7 às 15, 8 euros por hora. O segundo turno, das 15 às 23, começa a ficar mais interessante, 8 euros das 15 às 18, depois disso uma média de 12 euros. Mas o turno das 23 às 7 da manhã, que é o que faz os olhinhos da Dona I. brilharem, paga 18 euros por hora, tirados os impostos, você ganha 120 euros por noite. Segundo ela, é sacrificado, você tem que ficar em pé em frente a uma máquina de onde o pão cai e botá-lo numa esteira ao lado para ser empacotado, tem apenas 2 pausas de 10 minutos para ir ao banheiro e 1 de 30 minutos para comer, mas o pagamento é semanal, e por semana ela estava tirando 500 euros limpinho. A gente até riu, ela disse que nesse turno não tem 1 holandês, claro. Até o gerente da fábrica, nesse turno, é estrangeiro. Ela disse que não se trabalha todos os dias, a empresa procura escalar as pessoas em dias intercalados, não há contrato firme, e quando ela está muito cansada ela simplesmente pede para não ser escalada naquele dia. Para quem estiver interessado, você tem que ir se inscrever na agência Tempo-Team de Eindhoven ( não me perguntem onde é porque eu não sei, googuem aí ).

E aí, o que acontece, é que ela trabalhava no emprego fixo das 7 as 14, dormia das 14 as 22:30, embalava pão das 23 às 7, e acabava me dando o cano. Essa semana saiu a aposentadoria, então ela não pode mais trabalhar "no branco", ou seja, acabou a carreira de empacotadeira de pão. A filha dela tem uns 20 anos, faz um curso para enfermeira, ou seja, tem turnos longos no hospital, e mesmo assim, vai empacotar pão. Essa filha tem amigas holandesas que estão babando na recente "melhora financeira" de C., que comprou um carro, foi de férias para as Philipinas com uma amiga, comprou umas roupinhas novas, mas quando C. conta o segredo, elas esconjuram, dizem que C. é louca, perguntam que horas C. tem tempo para ficar com a "família" ( desculpa favorita de holandês para fazer corpo-mole, ficar com a família ). C. ri e pergunta às amigas de 20 anos quantas horas por dia elas passam "em família"? As amigas querem é ir para a balada, enquanto isso C. enche os bolsos.

Sei que o post já está enorme, mas tenho que fazer uma observação. Nós, estrangeiros, estamos virando o bode-espiatório para todos os problemas Europeus. Quanto mais problemas o país tiver, maior o preconceito contra nós. Aqui na Holanda, o foco ainda é nos turcos, marroquinos e surinamenses ( ou surinames? ), que acabam sendo culpados pela criminalidade, pela falta de empregos, pela "aculturação" do povo. Em outros países é pior, eu sei. Uma única vezinha alguém me disse que eu estava roubando o emprego de um holandês, e eu educadamente disse que em qualquer momento do ano, haviam pelo menos 30 vagas para compradores abertas no Monsterboard, esperando por qualquer um, holandês ou não, e que não era culpa minha se essas vagas requerem nível universitário e que os holandeses da minha geração, apesar de terem na época os estudos pagos pelo governo ( como FH teve ), preferiram não ir para a faculdade / universidade. A pessoa, que óbviamente foi um dos que não foi para a faculdade, ficou calada. Esse holandês "médio", que não se esforça muito porque afinal ninguém aqui passa fome, que acha que não vale a pena se matar de estudar já que o o assistente de alguma coisa entra no mercado de trabalho para ganhar 1400 euros net, enquanto um engenheiro que estudou 6 anos a mais ganha 1800 euros net, fica cabreiro quando 20 anos depois ele AINDA está ganhando os 1400/1500 euros net e o tal engenheiro já passou dos 3 mil. Se esse engenheiro for um estrangeiro pobre ( porque aqui ninguém discrimina Dinamarqueses, Suécos, Ingleses, Australianos ), valha-me Deus! E metem o pau na turcaiada, mas empacotar pão das 23 às 7, loirinho-arranhador-de-garganta também não quer, tem que ficar com a família! Ai meus sais, viu...

Agora deixa eu terminar minha pintura de parede porque infelizmente tem pouco polonês nessa terra, o único que eu achei está ocupado até o fim do ano.

Fui!


vrijdag, mei 30, 2008
Aquele tempo do ano...

Maio é um mês triste para mim, deveras triste... Sou absolutamente viciada em séries de TV, como nunca fui nem por novela, e em Maio, todas elas tem seus últimos episódios da temporada e só voltam em Setembro. Grey's teve episódio duplo que foi absolutamente fantástico, Smallville, que teve a melhor temporada de todos os seriados que eu assisto, teve um último episódio delirante, Desperate Housewives foi interessante, e em mais duas semanas a TV holandesa vai televisionar o último de Lost. E eu, coitada de mim, morrerei de tédio até setembro.

Isso me lembra que eu não sou uma pessoa que não tem absolutamente nada o que fazer, muito pelo contrário, tenho um monte de coisas, todas INSUPORTÁVEIS.

Quem lê isso aqui a tempo sabe como eu ODEIO trabalho de faça-você-mesmo. E nem sei como, aliás eu sei, me comprometi a pintar o hall de entrada de casa. E coloca fitinha aqui, plastiquinho ali, limpa acolá, até o negócio estar no ponto de pintar você já está um caco. E tenho mais um milhão de pequenos acertos pra fazer. Eu joguei pedra na cruz.

E como se não fosse suficiente, dei para sonhar com doces todas as noites. Doces não, doce, no singular. Sabem aquela tal de Pavlova de morango? Uma medida de morangos, uma de chantily, uma de suspiros ligeiramente quebrados, mistura tudo e serve? Pois bem, sonhei com o bendito doce 3 noites seguidas, numa eu fazia o doce mas servia e não provava, e ontem eu comi a travessa inteira e quando olhava para a travessa, ela estava cheia de novo. Porque é que eu não sonho com salada de repolho, hein?

E é isso meu povo, é sexta, não que eu me importe, já que ainda tenho 2 semanas de folga pela frente, mas é sempre bom ver o povo animado. Chove por aqui, claro. Meus piolhos ranzinzas ( é de família ) porque não podem ir brincar lá fora. Eu ranzinha porque Grey's só em setembro e Pavlova nem pensar. Bart ranzinha porque esse é o statu quo dele.

*** suspiros ( sem chantilly e morangos )


donderdag, mei 29, 2008
Olho para a chuva que não quer cessar, nela vejo o meu amor... ó esta chuva ingrata que não vai parar, pra aliviar a minha dor...

Meu amor nesse caso é um Corsinha Zerinho prateado, que nem o Silver do Zorro...

Então, que manhã, minhas filhas. Eu deveria ter levado FH ao trabalho para ficar com o carro, mas só caía uns pinguinhos...

Tinha que ir à médica de família hoje, pois esse ano fiz 35 e recebi a cartinha do GGD para fazer exame de prevenção de câncer ginecológico. No minuto que coloquei minha cara pra fora, os pinguinhos viraram pingões, e tive que me enfiar na capa de chuva e ir de motinha ( meu plano era ir de bike ) ao consultório. Sei lá porque dessa vez doeu tanto, mas doeu. Ainda está doendo. Saí de lá e chovia ainda mais, mas pensam que eu podia ir para casa? Aqui, quando você faz a coleta, a médica coloca seu tubinho numa bolsa plástica e manda VOCÊ levar para o laboratório. Lá fui eu, debaixo de um dilúvio. Saí do laboratório e a cidade estava meio alagada, e o dilúvio tinha aumentado ainda mas, mas liguei um belo "f-word" na mente e me fui. Cheguei em casa um caco, com dor, pés molhados, cabelos ensebados... Mas aí vem a parte boa: tem coisa melhor do que nessas condições tomar um banho quentinho, colocar seu pijama de flanela, sentar no sofá com sua mantinha favorita e um prato de sopa bem gostosa? Ai ai ai...

O sol está aparecendo e eu nem estou "P" da vida, como o aconchego é bom, mosfios.

E qualé rapaziada, até parece que sou só eu que dou uma de drama queen de vez em quando... Só não tem seu dia de drama queen quem é muito porra-louca, e disso, infelizmente, eu não tenho um grama.

Mas anyway, cêis ficam aí, eu fico aqui, hoje tem sessão Smallville piratão. Pena que já assisti todo o House que a Holandesa me emprestou. Amo House.


woensdag, mei 28, 2008
Flip

Mais uma página virada, novamente estou olhando para uma vazia, por começar.

Ontem, meu último dia, teve torta, discurso, uma bolsa lindinha de presente, mensagenzinhas de boa sorte, o eventual pedido de "lembre-se de mim se houver uma vaga X aberta", jantar com o departamento, tudo muito direitinho. Dualidades... Feliz por estar deixando para trás algo que não estava me fazendo feliz, mas temendo pelo que me espera adiante.

Eu sei que quem me acompanha a tempos vai dizer que eu sou capaz, que eu sou uma lutadora, e isso e aquilo, mas eu sou uma She-Ha cansada e requenguela, foram tantas as batalhas que eu não sei se saio andando da próxima.

Logo estarei conhecendo mais 70 novos colegas de trabalho, um novo trabalho em si, terei que provar de novo que não sou uma toupeira tropical, vou pra escola de holandês mais uma vez, e aprenderei a mexer com mais um sistema, mais um Oracle, mais um SAP, mais um whatever...

Não vou entrar novamente no mérito da questão de que "ser dona de casa" também é um trabalho, que não é fácil, que tem responsabilidades, blá blá blá, mas é tão mais fácil você ficar na sua casa protegidinha, lavando roupinha, comprando verdurinha. É tão mais fácil não ter que encarar o desconhecido, o novo, não ter que ficar "se provando" over and over... É cansativo limpar, lavar, passar? Ô se é, mas todos os dias sua tarefa acaba, você deita sua cabeça no travesseiro e apaga, enquanto minha mente fica: será que o SAP deles é complicado? Será que meus novos colegas são legais ou um bando de traíras? Será que eu vou dar conta da minha commodity? Será, será, será?

E daqui a três meses eu estarei preocupada com o preço da Poliamida, e com os contratos vencendo, e com os relatórios de savings, e isso e aquilo. Alguns dias eu vou deitar minha cabeça no travesseiro e dormir com essa sensação de que meu trabalho foi cumprido, mas na maioria da vezes, não.

Aí, um terço de vocês se pergunta, e porquê raios ela continua trabalhando se ela se sente assim? Porque eu não sei ser de outro jeito, porque ser dona de casa me deixa ainda mais miserável, porque eu tenho paúra de depender de dinheiro de marido, pai, namorado, noivo...

Outro terço pensa: ela não leva em conta a dificuldade que é criar filhos. O, c'mon people, não é um passeio no parque, mas não venham me dizer que é Rocket Science. Somos 6 bilhões de pessoas no planeta, digamos que 5 bilhões tem mãe, digamos que 20% desses 5 bilhões são drogados, criminosos, mau-caráters, gente ruim. Logo, a chance de seu filho ser uma pessoa normal é de 80%. Mas daí você não quer um filho normal, você quer um Nobel, um Pulitzer, um capa da Times, um figurante da lista da Forbes, e você se mata de comprar brinquedinhos pedagógicos que vem com 248 pedaços pra montar, você só dá papinha orgânica feita pelas suas mãos, você amamenta até o coitado já ter todos os dentes, você matricula o bacuri naquela escola f-a-n-t-á-s-t-i-c-a que usa o método orgânico criado pelos dissidentes moderados de esquerda do método Montessori purista, e que fica a 2 horas da sua casa e você tem que levá-lo e buscá-lo. Então vai ver que eu, você, nossos amigos, ainda não tivemos matéria especial na CNN, ou não estamos na lista dos 10 mais porque tomamos Nanon e depois Leite B Paulista, porque "fizemos o prézinho" na EMEI Monteiro Lobato, porque assistimos Balão Mágico e brincamos com a Suzi ou com o Falcon.

E o outro terço vai se identificar comigo, porque está na mesma luta, porque já passou por isso, porque também treme nas bases nas vésperas de dar a cara a tapa yet again. E desculpem pela mistura de línguas, mas tem expressões em inglês que cabem tão melhor que as em português... Ou sou só eu emburrecendo mesmo. E nessa bad trip de insegurança total, você continua tendo sua tela rolada pra cima e pra baixo irritantemente, só porque alguém muuuito mais esperto que você resolveu inventar de colocar um sensor de barra de rolagem do além no seu touch mouse do laptop, e cada vez que sua manga encosta ali sua tela rola. E você, para melhorar sua auto-estima é incapaz de encontrar como desativar essa maldição. E agora você está aí, teclando com frio, com uma camiseta de manga curta que não encosta na tal barra de rolagem, parece que para reforçar a idéia de que você decididamente não é a última bolacha do pacote.

Oh Lord, como eu estou precisando de um boooom capuccino com cookies.


maandag, mei 26, 2008
Deus, dai-me um restinho de vontade...

Amanhã é meu último dia aqui na Bosch. Ah, não sabia que eu trabalhava na Bosch? Pois é. Vou-me sem comprar meus eletrodomésticos para a casa nova. Pena...

Minha vontade de me descabelar de trabalhar é zero, ZERO. Tenho umas coisas pra terminar, backup de arquivos pra fazer, vou me arrastando pelas teclas do computador. Já tomei café puro, uma Coca, e nada do sono ir-se embora. E olha que dormi como um anjo.

Ontem passei o dia vendo minhas séries favoritas. Quem assiste Grey's Anatomy vai AMAR o episódio duplo 4.16+4.17, o fim é lindo! Assisti ainda alguns Desperate Housewives, mas já tinha lido spoiler, então agora vou esperar o próximo ano da série. Assisti AeonFlux, e como sou viciada em sci-fi, nem achei tão ruim, vale só pela beleza da Charlize Theron. Me esperando hoje tem Smallville, o filme The Fountain e na TV tem aquele Jericho que eu perdi o primeiro capítulo e estou tentando baixar. Alugamos para o Bart ( eu já tinha visto ) I am Legend, e apesar de achar o 28 weeks melhor, ambos gostamos. Aquela Luciana Braga é bem boazinha, mas o filme tem um errão básico: ele está inconsciente e ela prepara o café da manhã, ovos com bacon. Que brasileiro prepararia ovos com bacon no café da manhã? Mas anyway...

Gente, tem um filme que eu tenho tentado descobrir o nome há séculos, e somente quem tem minha idade ou é mais velho vai saber. Passava direto na Globo. O filme se passa no futuro. Começa com as pessoas indo a uma espécie de cinema e se matando de rir com um filme da nossa sociedade comendo comida, eles se alimentam só de pílulas e um rapaz dá de presente para uma moça não flores, mas um maço de alface. Nesse futuro, o governo proíbe os casais de terem filhos, e aqueles que querem uma criança devem ir a um departamento e pegar um bebê-robô. Com o passar do tempo, as crianças que são "suspeitas" de terem nascido após a proibição são scanneadas na testa, e se elas são ilegais, um helicóptero com uma redoma sobrevoa os pais e a criança, os emprisiona, e libera um gás mantando-as. A história se desenvolve ao redor de um casal que resolve, mesmo com a proibição, ter um bebê. O filme acaba com eles sendo descobertos, mas o pai já tinha preparado uma rota de fuga, e quando o helicóptero fecha a redoma de vidro e libera o gás, eles fogem por um tipo de bueiro, pegam um barquinho e a última cena é o casal com o bebê remando em direção a uma ilha condenada por altos índices radioativos. Difícil, né, mas se alguém se lembrar do filme, me manda o nome que eu morro de vontade de achar o DVD pra comprar.


vrijdag, mei 23, 2008
Modernices

Eu já falei aqui mil vezes que meu laptop subiu no telhado né? Ele foi quebrando, quebrando, até que virou praticamente uma máquina de escrever. Semana passada encomendei outro e chegou. Lindo, brilhante, possante, todo cheio de luzinhas, um pitéu. Mas comadres, que sofrimento. Tô ficando véia, reativa a novidades. Vem com o tal Windows Vista, e ele é todo bonitinho, mas estou odiando! Ele é o software pra retardado, você coloca um cd do drive ele pergunta: você quer mesmo rodar esse cd? Caramba, se eu não quisesse tinha colocado ali pra quê? A mesma coisa pra abrir arquivos. E nesse começo, tudo tem que ser instalado de novo, não pude nem ver umas cozinhas novas no site da Ikea porque não tinha flash. Por isso, caros leitores, eu prometo que esse será meu último laptop. Vou estar velhinha, todo mundo com laptops que adivinha seu pensamento por eletrodos colados na sua têmpora ( ou vão logo implantar um bluetooth na gente ), e eu vou estar com meu Pavilionzinho aqui. E tenho o dito.

Agora tenho um favor imenso, gigantesco para pedir para algum leitor esperto. Eu sei que vários de vocês entendem tudo de construir site, é até o hobby de alguns. Será que algum de vocês consegue converter esse template aqui, que foi feito pro blogspot, para o blogger.com.br? Eu já tentei de tudo e só aparece um monte de pontinhos.

E bom final de semana pra todo mundo!


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