Falta de inspiração
Ando a zero de inspiração pra postar. Tudo o que eu começo a escrever penso: e quem se importa? e acabo deixando de lado. Devo ter uns 10 posts começados e não terminados. Bom, vamos dar uma viajada na maionese e visitar alguns pensamentos soltos.
A Loba
Apesar de ter muita gente curiosa, não quero dar nome aos bois porque não quero mais confusão. E essa pessoa é de fazer confusão, até presente já devolveu por causa de comentário em blog. Há quem ache que ela tem problema psiquiátrico, eu acho que é só uma maluca comum mesmo. Portanto nos afixemos aos fatos: tem muita gente maluca na internet, e se você ainda não conhece olho-no-olho não dê confiança. Ponto.
O trabalho
Vai indo bem. Adoro a empresa, adoro meu novo cargo. Só não gosto da falta de mulheres ou pelo menos de alguém para bater um papo ou almoçar de vez em quando. Eu sei que a maioria pensa que o "direito" da mulher largar a carreira pra cuidar das creonças não afeta as possibilidades profissionais de todas nós, mas como é que você me explica sermos 70 compradores/analistas/commodity managers e só 3 serem mulher? E detalhe: uma é lésbica, uma é "solteirona" e a outra sou eu ( sem filhos ). Será que nós mulheres temos mesmo chances em cargos mais altos em empresas "famosas"?
As casas
A atual, ainda não foi colocada à venda. Estou preocupadíssima, o mercado está péssimo para vender. Rezem por mim. A nova vai indo, tá linda.
Adriana, a crica
Assisti ao filme Shopgirl, com o Steve Martin a aquela Algumacoisa Danes. Primeiro: quem é que colocou o Steve Martin pra fazer papel sério? Eu ficava o tempo todo: quando é que ele vai tropeçar e cair na piscina? Quando é que as calças dele vão rasgar no meio do restaurante? E como se não bastasse colocá-lo num papel sério, ainda de garanhão. Me poupe. Aí, o véio-garanhão começa a sair com a gatinha-pobre. Ah, que sono, bocejo... E ele desanda a dar presentes pra ela, roupas de grife, viagens, paga o financiamento estudantil dela, e ela jamais devolve presente ou diz que não pode aceitar. Ela simplesmente aceita e dá-lhe cama, com bundão da Qualquercoisa Danes aparecendo, pra "pagar" o presentinho mimoso. Fora a Diane Keaton faturando o Keanu Reves em Something's gotta give, que outra "senhora de mais idade" faturou gatinho em filme de Roliúde? E senhora de mais idade dando presentes para gatinho, tem? Não me lembro de um. Parece que pra Roliúde, a maioria das mulheres que chega ao 50, além de baranga, não pode bancar gatinho. Uó viu! Se eu fosse mais crica ía discorrer um pouco mais a respeito da “mensagem” do filme, mas repetindo aqui o que blogou uma amiga minha, “quem manda mensagem é fax”, dito por um cineasta famoso que eu não lembro quem é.
Família
Eu sou carente de família. Até de sogra sinto falta. Por isso, na falta da nossa, a gente vai logo se apegando na família dos outros. Semana passada uma fantástica família baiana esteve por essas bandas. Mãe, irmã, tias, tios, pai, todo mundo muito porreta, não tinha ninguém “brown”, como diria minha amiga, a dona da família. Fomos jantar durante a semana, passamos um dia todo no casamento da amiga, e pra encerrar teve ainda o churrasco-da-ressaca, me diverti horrores. E como sou espaçosa, já estou me achando, né! PRECISO ir pra Bahia ver o que é que a Baiana tem, PRECISO comer acarajé ( nunca comi ), PRECISO ver esse povo de novo. Eles convidaram porque são educados, eu vou porque sou cara muito, muito, muitíssimo de pau.
Banana, Lúcia, Luciana, Letícia, já estou com saudades!
Ando a zero de inspiração pra postar. Tudo o que eu começo a escrever penso: e quem se importa? e acabo deixando de lado. Devo ter uns 10 posts começados e não terminados. Bom, vamos dar uma viajada na maionese e visitar alguns pensamentos soltos.
A Loba
Apesar de ter muita gente curiosa, não quero dar nome aos bois porque não quero mais confusão. E essa pessoa é de fazer confusão, até presente já devolveu por causa de comentário em blog. Há quem ache que ela tem problema psiquiátrico, eu acho que é só uma maluca comum mesmo. Portanto nos afixemos aos fatos: tem muita gente maluca na internet, e se você ainda não conhece olho-no-olho não dê confiança. Ponto.
O trabalho
Vai indo bem. Adoro a empresa, adoro meu novo cargo. Só não gosto da falta de mulheres ou pelo menos de alguém para bater um papo ou almoçar de vez em quando. Eu sei que a maioria pensa que o "direito" da mulher largar a carreira pra cuidar das creonças não afeta as possibilidades profissionais de todas nós, mas como é que você me explica sermos 70 compradores/analistas/commodity managers e só 3 serem mulher? E detalhe: uma é lésbica, uma é "solteirona" e a outra sou eu ( sem filhos ). Será que nós mulheres temos mesmo chances em cargos mais altos em empresas "famosas"?
As casas
A atual, ainda não foi colocada à venda. Estou preocupadíssima, o mercado está péssimo para vender. Rezem por mim. A nova vai indo, tá linda.
Adriana, a crica
Assisti ao filme Shopgirl, com o Steve Martin a aquela Algumacoisa Danes. Primeiro: quem é que colocou o Steve Martin pra fazer papel sério? Eu ficava o tempo todo: quando é que ele vai tropeçar e cair na piscina? Quando é que as calças dele vão rasgar no meio do restaurante? E como se não bastasse colocá-lo num papel sério, ainda de garanhão. Me poupe. Aí, o véio-garanhão começa a sair com a gatinha-pobre. Ah, que sono, bocejo... E ele desanda a dar presentes pra ela, roupas de grife, viagens, paga o financiamento estudantil dela, e ela jamais devolve presente ou diz que não pode aceitar. Ela simplesmente aceita e dá-lhe cama, com bundão da Qualquercoisa Danes aparecendo, pra "pagar" o presentinho mimoso. Fora a Diane Keaton faturando o Keanu Reves em Something's gotta give, que outra "senhora de mais idade" faturou gatinho em filme de Roliúde? E senhora de mais idade dando presentes para gatinho, tem? Não me lembro de um. Parece que pra Roliúde, a maioria das mulheres que chega ao 50, além de baranga, não pode bancar gatinho. Uó viu! Se eu fosse mais crica ía discorrer um pouco mais a respeito da “mensagem” do filme, mas repetindo aqui o que blogou uma amiga minha, “quem manda mensagem é fax”, dito por um cineasta famoso que eu não lembro quem é.
Família
Eu sou carente de família. Até de sogra sinto falta. Por isso, na falta da nossa, a gente vai logo se apegando na família dos outros. Semana passada uma fantástica família baiana esteve por essas bandas. Mãe, irmã, tias, tios, pai, todo mundo muito porreta, não tinha ninguém “brown”, como diria minha amiga, a dona da família. Fomos jantar durante a semana, passamos um dia todo no casamento da amiga, e pra encerrar teve ainda o churrasco-da-ressaca, me diverti horrores. E como sou espaçosa, já estou me achando, né! PRECISO ir pra Bahia ver o que é que a Baiana tem, PRECISO comer acarajé ( nunca comi ), PRECISO ver esse povo de novo. Eles convidaram porque são educados, eu vou porque sou cara muito, muito, muitíssimo de pau.
Banana, Lúcia, Luciana, Letícia, já estou com saudades!